novembro 19, 2008   


Newton Campos

Crise, crise, crise. Só se fala disso na imprensa brasileira. Vocês conhecem a expressão norte-americana "monkey see, monkey do"? pois é, me lembra muito a imprensa brasileira com suas cópias de notícias estrangeiras e análises superficiais sobre a chamada "crise financeira" mundial. Quem tiver a oportunidade, pode ler a revista "The Economist" desta semana e comparar com o que se lê nas páginas da Veja, Valor Econômico, Época e Exame nacionais. Não dá para comparar. A falta de qualidade das análises feitas pelos economistas brasileiros é incrível. Onde este pessoal estudou?!? Ou, melhor, quando?!? Pois parece que vivem em outro momento da história mundial.

O mais curioso e até divertido é comprovar que as notícias "importadas" não batem com as notícias nacionais reais. Ainda assim, uma série de pseudo-especialistas de plantão estão prontos para explicar o porquê do Brasil continuar indo tão bem e as pessoas continuarem comprando nesta "crise" tão profunda!

Ontem os "especialistas" disseram, a diversos meios jornalísticos, que as vendas de natal de novembro subiram porque o povo quer fazer suas compras antes que o impacto da alta do dólar recaia sobre o preço final do produto. Caramba! O povo está esperto, hein! Nem os empresários que eu conheço estão ligando muito para o preço do dólar, quanto mais o consumidor final.

Hoje saiu uma notícia da Reuters:
Desemprego no país atinge 2o menor patamar da história
"A taxa de desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do país voltou a cair em outubro e atingiu o segundo menor patamar já registrado, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (...)."

CBN, Veja, Exame, etc continuam batendo na mesma tecla: "crise! crise! crise!". Que chatice.
Por que os jornalistas não param de ficar dando "copy-paste" nas notícias uns dos outros e vão a campo procurar quem são os profissionais, políticos e empresários que estão batalhando pra fazer do Brasil um lugar melhor?

Além disso, quem disse que crescimento zero é "crise"? Se um País cresce zero - ou próximo de zero, para cima ou para baixo - mas a população continua a mesma ou até menor - muitos países desenvolvidos já não possuem população crescente - não vejo onde está o desespero. Algum dia a economia terá que deixar de crescer (ainda bem, senão acabaríamos com a Terra), qual o problema disso?!?


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Posted on 19 novembro 2008 in Economia & Carreiras | Permalink | Comments (2)

   novembro 18, 2008   


Newton Campos

O Professor Manuel Bermejo, especialista em gestao de empresas familiares e franquias do IE esteve aqui na semana passada e concedeu uma entrevista ao Jornal Gazeta Mercantil. Quem quiser ler, sugiro que clique com o botao direito na imagem e escolha "Salvar como..." no seu computador.

Aqui vai.

um abraço,

Newton Campos

2008-11-18 Gazeta Mercantil - Manuel Bermejo1.jpg

2008-11-18 Gazeta Mercantil - Manuel Bermejo2.jpg


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   outubro 29, 2008   


Newton Campos

A documentação multimídia do IE foi liberada para todas aquelas pessoas interessadas em usá-la por meio de uma licença Creative Commons. A Documentação está disponível tanto em espanhol como em inglês, e está composta por mais de 100 módulos que cobrem todas as áreas de gestão. Estes módulos incluem casos práticos, simuladores, jogos on-line, gráficos interativos e exercícios.

Esta documentação não foi desenhada para ser usada usada em formato de auto-estudo, mas sim para apoiar as classes dirigidas por um professor preparado para usá-la. Se alguém possui interesse em fazer uso institucional desta documentação, pode entrar em contato com o IE, escrevendo em inglês ou espanhol para: multimedia@ie.edu.


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   outubro 25, 2008   


Newton Campos

Brasil pode ganhar poder com "nova ordem mundial", dizem especialistas
fonte: BBC Brasil
foto: Victor Oliveira

A crise econômica mundial está provocando mudanças profundas na geopolítica e, nesse novo cenário, o Brasil pode assumir um papel de maior destaque, afirmaram especialistas reunidos nesta sexta-feira em São Paulo.

Segundo o historiador Paul Kennedy, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, o "momento unipolar" (expressão cunhada pelo analista Charles Krauthammer) surgido após a Guerra Fria, em que os Estados Unidos assumiram uma posição de grande poder, dá mostras de estar chegando ao fim.

Diretor de Estudos de Segurança Internacional de Yale, Kennedy atraiu atenção mundial no final da década de 80, ao lançar o livro Ascensão e Queda das Grandes Potências, em que discutia o declínio dos Estados Unidos.

De acordo com o professor, se no aspecto militar os Estados Unidos continuam sendo uma grande potência, na área econômica e de finanças o cenário é diferente.

"Mesmo antes da crise dos mercados de subprime já era possível perceber uma mudança de poder, com a crescente influência de outras partes do mundo, como a Ásia", disse Kennedy, um dos palestrantes da conferência "Mudanças na balança de poder global: perspectivas econômicas e geopolíticas", promovida pelo Centro de Estudos Americanos da FAAP e pelo Instituto Fernando Henrique Cardoso.

Segundo Kennedy, a atual crise deve marcar o início de um mundo multipolar, no qual os países são interdependentes e estão interconectados. "A crise mostrou que o Fed já não pode agir sozinho", disse. "Os países devem trabalhar juntos".

Com essa nova realidade, disse Kennedy, ganha cada vez mais importância o chamado "soft power" --termo criado pelo professor de Harvard Joseph Nye para definir o poder de uma nação de influenciar e persuadir, sem uso de força militar, mas pela diplomacia.

Entre os países que poderiam exercer esse tipo de influência, os especialistas citam o Brasil.

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De acordo com o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan, que também participou da conferência, apesar de o Brasil não ter poder militar, tem relevância na área de cooperação econômica e pode exercer o "soft power".

China

Nessa nova geografia política e econômica que se desenha, a China tem papel de destaque.

Para o especialista em teoria financeira Zhiwu Chen, professor de Finanças em Yale, a China poderá emergir mais forte da crise, em posição de liderança.

Chen disse, porém, que o governo chinês não está preparado para assumir essa liderança no cenário internacional.

Não acredito que a ascensão da China represente uma ameaça para os Estados Unidos", afirmou. "Os dois estão interligados.

Segundo Chen, com reservas de quase US$ 2 trilhões, a China pode ajudar os países mais atingidos pela crise e também parceiros comerciais importantes, como o Brasil.

Chen disse que a crise deverá ter um forte impacto na economia da China no curto prazo, afetando especialmente o setor de exportações.

"No entanto, (a crise) poderá ser também uma grande oportunidade para a China", disse Chen. "Deverá forçar o governo a promover mais reformas fundamentais."

O especialista afirmou ainda que, apesar das mudanças provocadas pela crise, "não se deve subestimar a habilidade da economia e da sociedade americana de corrigir erros".

"Eles conseguiram sair da Grande Depressão ainda mais fortes", disse.

Mudanças

O consenso entre os especialistas que participaram da conferência é de que as relações entre os países não serão as mesmas depois da crise.

De acordo com embaixador Sergio Amaral, diretor do Centro de Estudos Americanos da FAAP, meio ambiente, terrorismo e energia serão algumas das preocupações conjuntas do mundo multipolar.

Para Amaral, há indícios de "fadiga" do processo de globalização. Além disso, na sua opinião, o mundo depois da crise tende a ser marcado pela "volta da regulação estatal, o fechamento das economias e muros contra a imigração".

O diretor de publicações do Centro para o Estudo da Globalização da Universidade de Yale, Nayan Chanda, disse que o mundo atual está baseado em quatro pilares: sistema capitalista, equilíbrio nuclear, manutenção da governança por meio da ONU e o sistema de comércio global. "Os quatro estão abalados", afirmou.

De acordo com Chanda, o equilíbrio do poder nuclear foi quebrado com o surgimento de novos países nesse cenário, como Israel, Índia, Paquistão, Coréia do Norte e, possivelmente no futuro, Irã.

O comércio global também dá sinais de enfraquecimento, principalmente após o fracasso das negociações da Rodada Doha, afirmou Chanda.

Ele citou ainda o aumento do protecionismo e do sentimento contrário aos imigrantes como aspectos do novo cenário mundial.

Nessa nova realidade, Chanda destacou a rapidez com que os países reagiram à crise, a diáspora que faz com que a população mundial tenha se espalhado e pode ser uma barreira contra o nacionalismo, e o papel de destaque das comunicações no sentido de integrar o mundo.


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   outubro 23, 2008   


Newton Campos

Espanha precisará de 100 mil imigrantes qualificados ao ano
País precisará de cifra anualmente até 2020, diz relatório; área da informática impulsiona demanda
Fonte: BBC Brasil / O Estado de S. Paulo

MADRI - O governo espanhol está vetando a entrada de trabalhadores estrangeiros, mas admitiu que a economia nacional precisa deles. Segundo o Relatório Anual da Imigração na Espanha lançado nesta quarta-feira, o país precisará de 100 mil imigrantes com formação universitária por ano até 2020.

Em lugar dos habituais trabalhadores dos setores de construção e serviço, a economia espanhola necessita de profissionais qualificados, principalmente nas áreas de tecnologia, saúde e telecomunicações. O informe apresentado pela consultoria Etnia Comunicação com aval da Secretaria de Estado de Imigração avisa que "o descenso drástico dos fluxos migratórios teria um impacto sócio-econômico muito negativo para a Espanha". De acordo com o relatório, o país está reestruturando sua indústria, empurrado pela crise, e o maior investimento em setores tecnológicos exige maior número de profissionais e com melhor nível de formação.

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A Associação de Empresas de Tecnologia da Informação e Telecomunicações (AETIT) confirma que faltam trabalhadores, não só pelo aumento da demanda com o crescimento de companhias relacionadas à informática, mas pelo que os espanhóis chamam de fuga de talentos - que significa a emigração de profissionais qualificados para outros países. O Anuário indica que seis em cada dez trabalhadores espanhóis com alto nível de formação vão para os Estados Unidos em busca de melhores condições de trabalho.

"A Espanha necessita mudar seu modelo econômico e está perdendo a oportunidade de crescer porque aqui é muito complicado trazer e manter imigração de talento. Precisamos de um futuro baseado na alta qualificação do emprego", disse o presidente da AETIT, Jesus Banegas na entrevista coletiva de apresentação do relatório em Madri.

Engenharia e saúde

Só para o setor de engenharia de telecomunicações já estão faltando 25 mil trabalhadores. A demanda tende a aumentar porque na última década o número de engenheiros recém-formados nas faculdades espanholas caiu em 20%. A área da saúde também precisará de mais trabalhadores. Segundo o relatório, o envelhecimento da população e o surgimento de novos hospitais particulares vão requisitar médicos, enfermeiros e assistentes nos próximos anos.

A procura neste setor chegou a provocar uma ameaça do Governo da Catalunha ao Ministério da Saúde: contratar médicos estrangeiros mesmo que seus diplomas não sejam homologados, se a província ficar sem profissionais suficientes. Os cálculos dos autores do anuário coincidem com as previsões da OCDE e do Banco Central Europeu. Para manter a economia espanhola competitiva serão necessários 430 mil trabalhadores estrangeiros até 2012 e um total de 1,3 milhão até 2020.

A secretária de Estado de Imigração, Consuelo Rumí que participou da apresentação do relatório, ouviu as queixas dos empresários que acusaram o governo de dificultar a contratação de imigrantes. No início de outubro o Ministério do Interior até anunciou a proibição desta atividade e lançou um plano de ajuda para que os estrangeiros voltem aos seus países. Rumí respondeu que o governo é "flexível e tem capacidade de adaptação às mudanças de nossa realidade". Mas, por enquanto, não haverá novas políticas para os imigrantes "porque o aumento do desemprego nos últimos meses leva necessariamente a concentrar os esforços em satisfazer as demandas com os trabalhadores que já estão na Espanha".

O relatório cita ainda outras áreas onde haverá demanda de trabalhadores estrangeiros. Em geral, a demandas será por profissionais de formação técnica de nível médio, como eletricistas, soldadores e técnicos de manutenção de equipamentos de engenharia. Os autores do anuário advertiram que o envelhecimento da população européia "é um fato irreversível e em menos de 10 anos as pessoas com mais de 40 anos serão maioria em todo o continente".

Por isso a Espanha precisará de 157 mil novos trabalhadores por ano até 2020. E o número de jovens espanhóis com idade para entrar no mercado de trabalho é cada vez menor. Passaram de 664 mil em 1991 para 369 mil em 2007.


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   outubro 22, 2008   


Newton Campos

UE aprova 'Blue Card' para imigrantes qualificados em 2011
Visto de longa permanência será concedido de acordo com a necessidade profissional de cada país do bloco
Fonte: O Estado de S. Paulo

BRUXELAS - Os países da União européia alcançaram nesta quarta-feira, 22, um princípio de acordo para colocar em vigor a partir de 2011 o chamado "Blue Card", visto de longa permanência para mão-de-obra qualificada.

O Blue Card, válido no máximo por quatro anos, estabelece a imigração seletiva, ou seja, a atração de imigrantes qualificados ou que atuem em profissões nas quais há carência de mão-de-obra na Europa que tem como critério a renda do candidato a imigrante em seu país de origem. Para o obter o visto, comparado com o green card americano, os aspirantes devem cumprir uma série de requisitos, como ter diploma universitário ou experiência profissional de 5 anos na área e ter um salário 50% maior do que a renda média do país em que trabalhará.

O visto especial facilitará que as famílias dos candidatos qualificados vivam na Europa. Depois de 18 meses trabalhando com o Blue Card em um Estado do bloco, o imigrante terá permissão para se mudar com sua família para trabalhar em outro país europeu, mas ele deverá pedir uma nova permissão um mês antes de sua chegada. Os governos poderão negar os pedidos com base em suas necessidades de mercado ou excedo de cotas de imigração.



Na semana passada, o bloco aprovou outra etapa de sua polêmica política de "imigração seletiva",o Pacto Europeu de Imigração e Asilo, tema de interesse direto dos países latino-americanos. Ele é um instrumento que na prática se traduzirá no aumento do rigor contra imigrantes clandestinos e, ao mesmo tempo, na atração de trabalhadores altamente qualificados para a Europa. Na Espanha, latino-americanos formam 50% do contingente de novos imigrantes todo ano.

O pacto reforça a luta contra clandestinos e o controle de fronteiras, estipula a exigência de visto biométrico - com fotografia e impressões digitais - a partir de 2012, endurece os critérios para reagrupamento familiar (uma das principais fontes de imigração no continente) e veta a regularização maciça por um país membro, como a realizada na Espanha no início da década. A nova legislação também encoraja partidas voluntárias de imigrantes ao seu país de origem, autoriza a expulsão de menores de idade e prolonga o tempo de detenção de ilegais para até 18 meses.

As restrições à imigração são um tema delicado na Europa em razão do grande número de estrangeiros que chegam ao bloco todo ano. Na Alemanha, eles já são 8,9% da população economicamente ativa, e 6,6% na Espanha. O tema também interessa cada vez mais a América Latina. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 725 mil latino-americanos, em sua maioria jovens em idade de trabalho, vivem na Espanha. Outros 220 mil residem na Itália. Na França, eles seriam 85 mil; em Portugal, 67 mil.

Em razão do fluxo contínuo de imigrantes, o pacto causa protesto de autoridades latino-americanas, entre elas o do governo brasileiro. Em declarações públicas sobre o assunto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu a medida como "xenófoba". "O outro lado do oceano desencadeia odiosa perseguição aos latino-americanos, muitas vezes cercada de conteúdos racistas", disse Lula. Hugo Chávez, presidente da Venezuela, ameaçou cortar seu fornecimento de petróleo para a Europa, que representa 0,95% do consumo do Velho Continente.

(Com Andrei Netto, de O Estado de S. Paulo)


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   outubro 10, 2008   


Newton Campos

Many people – foreigners – are asking me about how the Brazilian Economy is doing and how deep it will be affected by this incredible crisis. Usually I write in Portuguese in this blog because it is intended to Brazilian alumni of IE. However, I feel like I must say something to other IE alumni worldwide.

I may be an optimistic, besides I am Brazilian. But as a person who does not support Lula government entirely and simply has been reading newspapers and following the Brazilian news and economy for the last 10 years together with my studies (MBA and PhD) I must say I do not see strong reasons to believe the Brazilian economy will be largely affect by this crisis. In fact, I think after all this crisis will be fine to Brazil in a medium term, relatively speaking (I will explain why is that later).

restskye.jpg

Brazil did not put in motion the necessary reforms to make the country both more integrated to world economy and make our market more business friendly. We may call that luck. In fact, some small reforms have been done but not structural ones yet. As a consequence, Brazil still is quite bureaucratic as a State, with trade barriers affecting and distorting our trade with the world. It is true that Brazil exports a lot of commodities but the country do not depend on these exports to move its market today.

A great part of the growing Brazil is experimenting today is depending on internal growth and although its taxes are among the highest in the world both companies and government are making money; so are citizens. Besides, as a huge food producer Brazil will not be as affected as other commodity producers because people can avoid using cars or build houses for a while but people can’t avoid eating. This is all I can say today. Besides this point I am totally guessing.

So, the probable positive part of this story resides in the fact that after proving Brazil was not strongly affected by this crisis; the country will attract attention and could gain self-confidence to use resources that were obstructed or locked up during the crisis. What do you think about this reasoning? Will Brazil became the next booming China? This was a short but provocative thought I would like to share with you.


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   setembro 09, 2008   


Newton Campos

Semana passada estive numa feira de educação muito interessante chamada Expo Estude no Exterior. Foi a primeira vez que participamos de uma feira deste tipo com o IE aqui no Brasil. Com a inauguração da Universidade IE estamos fazendo uma ampla campanha mundial de alianças estratégicas e incursões em eventos que antes não participávamos, para testar novos perfis de público pelo mundo para cursos tão diferentes do mundo empresarial como podem ser os cursos de Psicologia, Comunicação, História da Arte, Arqueologia, Engenharia e Relações Internacionais.

Invariavelmente as pessoas me perguntam sobre os processos de admissão, preocupadas com a rigorosidade do mesmo. No caso do IE, o processo de admissão é muito parecido para qualquer programa Master, seja da IE School of Communication, seja da IE Law School, o que vai variar é o peso de cada ponto a ser analisado no candidato.

Não posso obviamente dar dicas sobre o processo de admissão já que, mesmo estando no Brasil, ajudo a coordená-lo, mas sim posso dizer que o ponto mais importante que um candidato deve demonstrar é a coerência entre tudo que ele ou ela já fez academicamente, profissionalmente e no âmbito pessoal, onde pretende chegar e como o curso do IE pode ajudar neste projeto de vida.

São mais de 20 pontos analisados até o final do processo de admissão e eu sempre falo que o objetivo do processo do IE não é ser duro com os candidatos para ver quem agüenta até o final, é sim permitir que a escola monte uma turma especial, diversa, competitiva e colaborativa, onde todos possam aprender muito com as experiências uns dos outros. É neste sentido amplo que o perfil de um candidato é analisado, seja para o MBA, seja para um Master in Finance ou Master in Laws (LLM), por exemplo. No meu ponto de vista, uma das mágicas que estas escolas top 10 ou top 20 têm é justamente a liberdade/possibilidade de montar suas turmas e seus quadros de professores. Lembre-se que elas têm filas de alunos e professores querendo entrar lá. Assim, cada uma se diferencia justamente pela mescla de alunos e professores que elas decidem juntar. Arrisco-me a dizer que isso é privilégio para pouquíssimas instituições no mundo, pois a grande maioria das escolas precisa “caçar” alunos, nem sempre com o perfil que lhes apeteceria.

Viva a diversidade!


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   agosto 21, 2008   


Newton Campos

Embora o IE não ligue muito para os rankings, achei interessante uma notícia que saiu numa revista mexicana recentemente (Expansión Educación). Eles fizeram uma comparação entre os resultados dos rankings do jornal Financial Times e da revista The Economist para o ano de 2008, comparando as diferentes metodologias utilizadas por dois dos principais rankings auditados do mundo. Somente 4 escolas saíram top 10 em ambas as publicações e o IE foi uma delas. Muito legal!
Top10.jpg


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   julho 30, 2008   


Newton Campos

Brasileiros na Espanha, estudando
O IE Business School, escola de negócios de Madri, terá mais alunos nos programas de MBA
by Sérgio Aguiar Matos

O Brasil parece estar mesmo em moda no exterior. Pelo menos do ponto de vista de programas educacionais em países estrangeiros, o brasileiro desponta como candidato valorizado. Habilidade intercultural, espírito empreendedor e criatividade são virtudes tipicamente associadas ao perfil do brasileiro que decide estudar lá fora. E é em busca deste DNA que está o Instituto de Empresa (IE), uma escola de negócios global de ponta, com base em Madri, e com representações administrativas em mais de 25 países do globo.

Quem sustenta o interesse distinto pelo Brasil, nos objetivos internacionais da escola, é o professor Gonzalo Garland, diretor de relações internacionais do IE. Para ele, o momento que o Brasil vive é muito importante aos olhos do mundo.

– O país possui uma economia estável e dinâmica e o desenvolvimento têm dados sinais de sensível expansão nos últimos anos. Por causa disso, o Brasil é prioridade nas agendas e nos planejamentos da Europa e do mundo. Temos procurado por mais brasileiros – afirma o professor, que esteve este mês em São Paulo para tratar justamente de assuntos de recrutamento e seleção de candidatos brasileiros.

Cursos

Hoje, nos diversos cursos oferecidos pelo IE, os brasileiros ocupam 28 vagas. Para o exercício acadêmico de 2009, deverão ser 35. Para tanto, o escritório da entidade no Brasil, situado em São Paulo, realiza um trabalho de recrutamento em todo o País, que inclui divulgação de oportunidades acadêmicas, entrevistas com candidatos e dinâmicas de seleção.

– No ano passado, 128 candidatos concorreram às vagas na escola. Este ano, deveremos ter algo em torno de 140 candidatos – aponta Newton Campos, ex-aluno do Instituto de Empresa e representante da escola no Brasil.

MBA

A modalidade mais concorrida por alunos internacionais da escola, que em média têm cerca de 30 anos, é o programa de MBA. Além dos atributos já mencionados, o brasileiro interessado em realizar o curso tem de ter boa qualificação acadêmica, inglês fluente e experiência de mercado. Como 75% das disciplinas são ministradas em inglês, dada à filosofia de escola global, o domínio do idioma espanhol não é critério de seleção. Exames de proficiência em matérias diversas do conhecimento humano também são exigidos.

Educação à distância

O IE dispõe ainda de programas educacionais à distância. Conhecido como "programa conjugado", trata-se de cursos cujo conteúdo é dividido entre aulas presenciais e à distância.

– No início, víamos com certo ceticismo esses módulos de conhecimento pela internet. Contudo, os resultados se mostraram surpreendentes: satisfação dos alunos, interação e comprometimento dos estudantes de diversas partes do mundo pela rede e absorção de conhecimento tão ou mais eficiente daqueles módulos presenciais – declara o professor Gonzalo Garland.

Para o professor do IE, no entanto, a competitividade dos alunos formados pela escola de Madri é a orientação programática dos cursos.

– Todas as atividades são calcadas na realidade do mercado. Todo o curso tem como norte o mundo dos negócios, a eficiência de gestão de capital, o empreendedorismo exercido. Estamos colados no cotidiano e nos desafios das empresas – explica.

Uma das 10 mais

O IE é uma escola de negócios espanhola, com sede em Madri, criada em 1973 por Diego de Alcázar. Considerada uma das 10 melhores escolas de negócios do mundo por rankings como Financial Times, The Economist e Forbes, o IE busca inserir-se como uma escola internacional com presença em todos os continentes. A escola tem mais de 35 mil alunos formados e reúne cursos em áreas diversas como administração de empresas, direito, comunicação, arquitetura, psicologia e artes – nos diferentes níveis de educação (graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado).


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   julho 21, 2008   


Newton Campos

Quinze executivos do setor público e privado de Cingapura participam em um programa de investimentos para o processo de internacionalização das economias latino-americanas

São Paulo, 15 de julho de 2008 – Os mercados latino-americanos interessam cada vez mais à Ásia. Sua força em matérias-primas, seus mercados internos emergentes e a estabilidade macroeconômica, além de seus processos de abertura comercial ao exterior tanto regional como globalmente, estão despertando o interesse dos empresários asiáticos na região.

Com esta realidade como cenário e dentro da Aliança de Escolas de Negócios Íbero Americanas Sumaq, o IE Business School e a Fundação Getúlio Vargas de São Paulo organizaram para o International Enterprise Singapur, órgão de promoção econômica do país asiático, o curso “Executive Management Program on Latin America”.

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Este curso de formação executiva, desenvolvidas a pedido do órgão público de Cingapura, contou com a participação de 15 altos diretores de empresas públicas e privadas asiáticas. Durante 5 dias os executivos realizaram uma imersão na realidade econômica da região que, em conjunto, apresenta um PIB de 3 trilhões de dólares, com o dobro da população dos Estados Unidos, o que se consideraria a terceira economia do mundo.

“As relações entre a Ásia e a América Latina estão crescendo devido ao surgimento, em ambas as regiões, de uma classe média cada vez maior e mais sólida. As oportunidades para ambas as regiões e para os atores europeus que saibam aproveitar este novo fluxo comercial e econômico são muito importantes.” Afirma Antonio Montes, diretor geral da Aliança Sumaq de Escolas de Negócios.

O curso combinou palestras e conferências com foco especial nas economias do México e do Brasil, com visitas a empresas como Embraer e Natura e o contato e atividades de networking entre os empresários do Brasil e Cingapura. Entre os professores que participaram do evento está Gonzalo Garland, diretor de Relações Externas do IE Business School e professor de economia.

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“A crise está afetando muito menos em termos de PIB, consumo e empréstimos às economias asiáticas e íbero-americanas que as européias e norte-americanas, portanto, estar presente nestes fluxos emergentes de comércio será vital para o futuro de qualquer corporação e empresa” apontou Garland.


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Posted on 21 julho 2008 in Notícias do IE | Permalink | Comments (0)

   julho 13, 2008   


Newton Campos

Organizamos um encontro de ex-alunos em São Paulo por ocasião da despedida dos alunos que vão para Madri este ano. O evento ocorrerá no dia 9 de Agosto de 2008, sábado, tendo início no escritório de representação do IE com a seguinte agenda:

- 16h00 a 16h30 palestra (20m) + debate (10m): Planejamento de carreira e redes sociais.
Palestrante: Newton Campos, doutorando FGV-SP 2010 e ex-aluno IE International MBA 2001

- 16h30 a 17h00 palestra (20m) + debate (10m): O mercado imobiliário brasileiro.
Palestrante: Marcelo Lopez, ex-aluno IE International MBA 2001

- 17h30: Coquetel de integração no bar/restaurante “The View
Alameda Santos, 981 – 30º andar – Jardins (São Paulo – SP)
(o local fica a duas quadras do escritório do IE)

despedida2008.jpg

Escritório do IE no Brasil:
Av. Paulista, 726 – cj 1707d
São Paulo - SP

Solicito confirmação de presença. Por favor, só confirme se você REALMENTE vier (pode trazer acompanhante(s)) pois precisamos nos organizar e reservar o The View.

Um grande abraço a todos e até breve!

Newton Campos


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Posted on 13 julho 2008 in Eventos | Permalink | Comments (0)

   julho 10, 2008   


Newton Campos

Interessante esta notícia.

GMAC and FBI expose test cheats
by Della Bradshaw and Sarah Mishkin, published: July 9 2008

It has all the makings of a summer blockbuster....intellectual property theft, suspects fleeing the country, the FBI. But this is not the latest Dan Brown novel, but a tale of educational testing; to be more precise, the story of a gang who sat the GMAT test, the entry test for business school, in order to steal the questions and then sell them on to others.

The culprits in question worked for Scoretop.com, based in Ohio, which published the “live” questions on its website, a GMAT preparation site. It charged prospective MBA students $30 a month to have access to its VIP service. Those that took them up on the offer were then encouraged to memorise GMAT questions themselves so that they could be posted on the site.

In June GMAC - the Graduate Management Admissions Council, which administers the GMAT test - successfully completed a civil case against Lei Shi, founder of the site, and received $2.3m in damages. But the culprit, a Chinese national, appears to have fled the US altogether. The FBI has now to decide whether to follow up with a criminal prosecution.

Dave Wilson, president of GMAC, says the GMAT test incorporates “live forensics”, which enables the test centres to spot a potential fraudsters while they are sitting the test. An applicant interested in memorising the numeric questions, for example, will often skip through the verbal tests.

Mr Wilson believes that between 5,000 and 10,000 potential MBA students have visited the Scoretop.com site, many of whom will have been casual browsers who found the site through an internet search engine. GMAC is now evaluating the data on the hard drive taken from the company to assess the full damage. Just what will happen to the test scores of those who visited the site is still undecided, but Mr Wilson says he will discuss this with the business schools before taking action.

Bruce Delmonico, director of admissions at Yale school of management, says that in a worst case scenario the school might withdraw offers. ”Whether it was innocuously accessing the site or whether it was knowingly posting material they knew to be forbidden, it seems there was definitely a spectrum of conduct that could be implicated here and and our response would be calibrated appropriately. Certainly we would consider any actions that seem appropriate up to potentially rescinding offers.”

This is not the first time would-be MBAs have demonstrated that they are prepared to do whatever it takes to get a high GMAT score and so get into a highly-ranked MBA programme. In June 2005, the FT reported on professional impersonators sitting the GMAT to get high scores for their clients (Students hire impersonators).

The prison sentences served by five of the six impersonators in the 2005 scam does not seem to have entirely deterred others. In Los Angeles this year one female student tried to sit the test for a client who had received a low score on a previous test. The administrators at the test centre, where photographs are taken of all test-takers, realised that the two images of the candidate did not match and the impersonator fled.


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Posted on 10 julho 2008 in Artigos sobre MBA | Permalink | Comments (0)

   maio 28, 2008   


Newton Campos

Caros amigos,

Estou em Madri para acompanhar em primeira mão o nascimento de um dos projetos mais inovadores e surpreendentes no âmbito mundial da educação superior. Parece até um pouco estranho o que vou relatar aqui, mas asseguro que isso faz parte de um projeto real, em pleno processo de implementação, com fundos e apoios institucionais diversos.

Histórico

Trata-se do projeto IE Higher Education que explico a seguir. O IE Business School surgiu de uma escola de negócios espanhola chamada Instituto de Empresa, criada em 1973 por Diego de Alcázar, banqueiro que ainda jovem decidiu mudar completamente o rumo de sua vida ao se dedicar a criar uma grande escola de negócios na Espanha. Embora não seja muito conhecido no Brasil, hoje o IE Business School é considerado uma das 10 melhores escolas de negócios do mundo por rankings como Financial Times, The Economist ou Forbes.
A escola se destaca principalmente por sua total independência política, econômica e religiosa e por sua forte dedicação ao mundo prático dos negócios, com claro foco em empreendedorismo aplicado. Além do mais, a escola traz propositadamente um forte elemento de diversidade às aulas, nas suas mais diversas formas: gênero, cor, origem geográfica, orientação sexual, histórias de vida, crenças religiosas, background acadêmico, entre outras. Isso faz com que pessoas de mais de 75 nacionalidades venham ao IE todo ano e que professores de mais de 30 países participem dos programas. Este ponto é importante porque permite que os alunos desenvolvam uma capacidade de análise mais completa e vislumbrem hoje as problemáticas de uma globalização extrema que se aproxima. Três pontos completam a visão do IE na formação em business: 1) a utilização e desenvolvimento de habilidades humanas (soft skills) como catalisadoras na formação de futuros líderes; 2) uma visão humanista clássica sobre o futuro do mundo pela valorização das artes humanas e 3) uma visão ampla (“responsável”) do impacto geral da presença do homem sobre a superfície terrestre. Por último, mas não menos importante, tenho que destacar a dedicação do IE ao desenvolvimento de uma plataforma própria de e-learning que coloca o IE como a segunda melhor escola de negócios do mundo em educação à distância pelo primeiro grande ranking de educação de negócios à distancia editado pelo Financial Times em 2008.

Universidade IE

Pois bem, com base nesta história de sucesso, em 2007 o IE adquiriu uma pequena e bonita Universidade na cidade de Segóvia, próxima a Madri, com o objetivo de iniciar um novo processo de expansão, desta vez bem mais ousada. Pela primeira vez que uma escola de negócios adquire uma Universidade. Dizem que a cifra do negócio foi de aproximadamente 100 milhoes de euros. O campus, para ser ter uma idéia, está instalado num monastério do século XII e neste momento, após meses de reformas, conta com a mais alta tecnologia de informática e ensino.

pqIEUniv1.jpg

Tal como tem feito nos últimos anos com seus inovadores programas de business (obs: não estou qualificando os cursos do IE de inovadores por querer puxar o saco do IE, basta analisar o conteúdo acadêmico e prático dos programas e comparar este conteúdo com o de outras grandes escolas mundiais para perceber isso), o IE decide agora inovar tanto nos cursos de graduação como nos cursos de pós-graduação de área de conhecimento tão dispares como Arqueologia, Arquitetura, Jornalismo, Psicologia, Direito, Comunicação, etc. Ainda não estou autorizado a contar os cursos que sairão nos próximos anos mas vocês verão que alguns nem sequer foram imaginados pela academia contemporânea. O objetivo é estar na frente em todas as áreas de conhecimento, sempre mesclando o ensino de humanidades (arte, história, sociologia, filosofia, etc) com management (business) e desenvolvimento de soft skills.

pqIEUniv5.jpg

Este conceito está baseado na visão de Humboldt sobre a ciência no século XVIII. Humboldt era um cientista que sempre buscava analisar fenômenos científicos de uma maneira multifocal, com o auxílio de várias áreas do conhecimento. Pode até parecer estranho (eu avisei no início), mas embora as escolas (faculdades) continuem existindo divididas em áreas de conhecimento, o quadro de professores e as pesquisas realizadas na Universidade IE serão feitas de maneira unificada, coordenada e colaborativa. Por exemplo, um professor de Arquitetura será estimulado a trabalhar com professores da escola de comunicação, jornalismo, arqueologia ou psicologia, por exemplo. O conhecimento não será disperso, será unificado e multifocado. A concentração da pesquisa acadêmica terá foco prático e não será feita de forma que se ignore o que tem sido feito em outras áreas. Obviamente será um gigante desafio conseguir fazer isso, mas os professores contratados pela nova Universidade têm comprado muito bem a idéia. Mais do que isso, reitores de outras grandes universidade mundiais têm apoiado o IE e invejam o fato de estarmos realizando este passo já sonhado por tanto pesquisadores.

Para estar apta a desenhar programas tão inovadores de maneira rápida, atingindo múltiplas áreas do conhecimento o fluxo de informação entre os stakeholders desta universidade deve ser muito direto e permeável, sem barreiras de hierarquia travando tomadas de decisões e resultados. Isso vai permitir novas combinações de conhecimento que atualmente poucas universidades serão capazes de replicar. A mescla de conhecimentos de business, soft skill e arte, mesclados com outras áreas de conhecimento gerarão profissionais muito mais bem preparados para o mundo que se avizinha.

Sei que é difícil imaginar, mas tentemos pensar que um aluno de arquitetura, por exemplo, poderá e será estimulado a usar a opinião de um professor de biologia, psicologia ou jornalismo sobre o fato de um edifício ser da maneira A, B, ou C. O professor biólogo africano vai contribuir com algo de perspicaz e útil, tal como a aluna de arqueologia russa, o jornalista judeu equatoriano e o professor de direito homossexual. Todos com uma visão prática de suas profissões. Embora o embasamento técnico deste aluno de arquitetura deva ser exemplar, os projetos que ele gerará serão inovadores, holísticos, responsáveis e humanos, além de contar com uma visão de negócios bastante completa. E tudo isso em inglês, na Espanha!

pqIEUniv3.jpg

O projeto está no início. Este ano começam os cursos de comunicação e arquitetura já no formato inovador IE e em inglês, em 2009 começarão os cursos de Direito e Administração. Veremos juntos onde isso vai parar.

com orgulho,

Newton Campos
International MBA 2001


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Posted on 28 maio 2008 in IE University | Permalink | Comments (2)

   maio 20, 2008   


Newton Campos

Prezados ex-alunos e pessoas interessadas no IE em geral,

Conseguimos obter verbas extras do IE para organizarmos mais uma apresentação no Brasil.
Esta será a segunda apresentação este ano. Penso que teremos outra até o final do ano (por volta de setembro/outubro). Enfim, será uma boa oportunidade de conhecer a Universidade IE, os cursos da IE Business School (MBA e Masters especializados), IE Law School (LLM) e da IE School of Arts and Humanities (International Relations):

10/06/2008
São Paulo – Região Berrini
Hotel Hilton Morumbi
Av. das Nações Unidas, 12.901
20h15

11/06/2008
Rio de Janeiro
Hotel JW Marriott Copacabana
Av. Atlântica, 2.600
20h

12/06/2008
São Paulo – Centro
Hotel Intercontinental
Alameda Santos, 1.123 –Trianon
20h

Provas de admissão - IE Admission Test:
16/06/2008
São Paulo
IE Brazilian Office
Av. Paulista, 726 – 17º andar – Conj. 1707d
19h

Rio de Janeiro
17/06/2008
Hotel JW Marriott Copacabana
Av. Atlântica, 2.600
19h


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Posted on 20 maio 2008 in Eventos | Permalink | Comments (0)

   maio 02, 2008   


Newton Campos

Este artigo representa a minha opinião pessoal

Meu nome é Newton Campos. Tenho 32 anos, sou carioca, contador pela PUC-SP. Estudei no Instituto de Tecnologia ORT no período de high school e fiz meu mestrado em Business (MBA) full time no IE Business School e no IIM Indian Institute of Management (em intercâmbio pelo IE). Hoje estou no terceiro ano de doutorado pela FGV-SP e cuido das atividades do IE no Brasil. O IE possui mais de 20 escritórios locais de representação pelo mundo, dirigidos por ex-alunos originários de cada país. Os escritórios do IE pelo mundo servem de embaixadas para ex-alunos, empresas e candidatos. Meu objetivo com este post é colaborar com uma reflexão sobre o papel dos "preparadores de MBA" na burocracia institucionalizada que existe no processo de admissão das principais Escolas de Negócios internacionais.

Sempre trabalhei com tecnologia e marketing, chegando à área de "Marketing internacional para países emergentes" (se é que esta área existe) após meu MBA no IE. Um dos motivos que me levou a esta área foi minha paixão por viajar e descobrir novas culturas, novos mind sets e novas realidades. Nos últimos 10 anos visitei mais de 35 países e vivi em 4. Enfim, depois de 4 anos fora do Brasil, acabei retornando por convite feito pelo próprio IE, que tinha interesse em abrir um escritório de representação no Brasil há alguns anos. Minha volta ao Brasil ocorreu em 2003, de forma que já levo mais de 5 anos exercendo este trabalho interessantíssimo. Faço parte, com prazer, da gestão de uma Escola jovem, vencedora, inovadora e diferente, num mercado dominado por escolas tradicionais com mais de 100 anos de idade. O IE é hoje umas das 10 principais escolas de negócios do mundo mas desde 1990 já vinha ocupando o lugar de "top 25" business school mundial.

Tenho acompanhado este mercado de perto há mais de cinco anos, participando de eventos de diversas escolas, feiras nacionais e internacionais de MBA, além de encontros com profissionais dos departamentos de admissões de diversas escolas. Além disso, tenho acesso a alguns dados confidenciais, que são gerados pelas próprias escolas em reuniões que as mesmas fazem com certa frequência. O público em geral não sabe, mas as 10 mais importantes escolas da Europa se reúnem periodicamente para trocar experiências, best-practices, resultados de pesquisa acadêmica e números em geral.

Novamente, o que me motivou a escrever este post foi o crescente interesse dos brasileiros por escolas de negócios internacionais e o grau de importância que os "preparadores de MBA", "MBA Advisors", "professores de GMAT" e outros profissionais deste tipo têm ganho no Brasil, principalmente em São Paulo. O título de MBA tem se popularizado e as vagas nas grande escolas de negócios internacionais aumentando. Já são várias as escolas que formam mais de mil alunos de MBA full-time por ano.

Enfim, o que quero colocar em reflexão aqui é o motivo, o porquê do brasileiro precisar de um apoio na preparação para fazer um top MBA internacional. Curiosamente o Brasil é um dos únicos países do mundo onde esta profissão cresce com força (na Índia esta profissão também existe em menor escala) e eu tenho minha própria opinião sobre os motivos que originaram a demanda destes serviços.
Em geral, eu tento estimular que as pessoas não contratem a custosa ajuda dos "preparadores de MBA" (MBA advisors) para apoio no processo de admissão pois este serviço distorce a percepção das Escolas sobre o candidato. Atualmente, o serviço tem custado de 4 a 12 mil reais, dependendo do "pacote" (GMAT+TOEFL, somente GMAT, Apllication+TOELF, etc). Que me desculpem os preparadores (conheço quase todos no Brasil e inclusive alguns da Índia) mas acho que sua "especialização" em lidar com diferentes "application forms" e "admission processes" faz com que as pessoas pareçam ser o que elas não são.

Não condeno o útil e válido serviço destes profissionais em ajudar as pessoas com informações sobre as Escolas e suas características mas acho que o apoio no preenchimento do application pode até mesmo ser classificado de anti-ético e têm Escolas que já estão se preparando para lidar com candidatos que passaram pelos "preparadores", tanto na reconsideração do "application" como na própria nota do GMAT.

Até onde o serviço destes profissionais pode ser útil ou recomendado? Prefiro passar a pergunta para o leitor deste post, mas sugiro que as pessoas tentem utilizam o serviço destes profissionais mais para análise das melhores opções de pós-graduação no exterior (tanto em termos de tipo de programa como em termos de destino) do que como um apoio forçado para maquiar debilidades formacionais e profissionais do candidato.


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Posted on 2 maio 2008 in Artigos sobre MBA | Permalink | Comments (3)

   abril 15, 2008   


Newton Campos

El Pais - 15 de Abril

La euforia contenida reina en la sede de Repsol YPF. Tras años en que de Latinoamérica no llegaban más que disgustos en forma de noticias, una alegría ha venido a compensar casi todos los sinsabores recientes. Petróleo. Petróleo en enormes cantidades. Eso es lo que hay en las profundidades marinas en el bloque BM-S-9, conocido como Carioca, en el que Repsol tiene una participación del 25%. El yacimiento fue descubierto en septiembre, pero ha sido ahora cuando se ha conocido su auténtica dimensión. El campo puede alcanzar los 33.000 millones de barriles, según fuentes gubernamentales brasileñas, con lo que sería el mayor hallazgo de crudo en 30 años y convertiría a Brasil en la octava potencia petrolera del mundo, por delante de países como Libia o Nigeria.

La noticia no ha sido confirmada por las empresas, que piden prudencia, pero provocó de inmediato que se disparasen en Bolsa las acciones de las empresas implicadas. La Bolsa española había cerrado sus puertas cuando los medios financieros difundieron la información. Los grandes inversores pusieron sus ojos en la Bolsa de Nueva York, donde Repsol aún cotizaba, y las acciones de la petrolera española se dispararon.

La subida a media sesión rozaba el 20%, la mayor en la historia de la empresa en Wall Street, para terminar con un alza del 17,34%. Es previsible que hoy las acciones de la petrolera suban con fuerza en la Bolsa española.

Las acciones de Petrobras, la petrolera estatal brasileña que tiene un 45% del consorcio que explota el yacimiento y British Gas (BG), el tercer socio con un 30%, también se dispararon.

La bomba informativa la explotó el director de la Agencia Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Lima, que citó como origen de la información a fuentes oficiosas de Petrobras. Lima dijo que el bloque BM-S-9 sería cinco veces mayor que el megacampo de Tupi, descubierto en noviembre, según declaraciones recogidas por la Folha de São Paulo y confirmadas por Bloomberg.

"Sería el mayor descubrimiento del mundo en 30 años y sería también el tercer mayor campo petrolífero del mundo en la actualidad. Es algo como de Oriente Medio, pero no está confirmado", soltó Lima en el cuarto seminario del Petróleo y el Gas Natural organizado por la Fundación Getulio Vargas (FGV) en Río de Janeiro.

El campo BM-S-9 se encuentra al oeste de Tupi. Ese megacampo descubierto en noviembre posee una reserva estimada entre 5.000 y 8.000 millones de barriles equivalentes de petróleo (bep) y constituye uno de los mayores hallazgos de petróleo en los últimos años. Otro gran descubrimiento de Petrobras, el campo de Júpiter, se halla también en la zona de influencia de Carioca (BM-S-24). Todos ellos están en aguas profundas.

Carioca está a 273 kilómetros de la costa de São Paulo, en profundidades de agua de 2.140 metros, según Repsol. El yacimiento ya registró un test de producción de 2.900 barriles de crudo y 57.000 metros cúbicos de gas por día. Las nuevas perforaciones recién realizadas son las que han permitido asegurar que se trata de un enorme yacimiento, aunque las empresas insisten en que los trabajos no están terminados y es pronto para hacer una estimación fiable.

El plan estratégico de Repsol YPF, recientemente presentado por su presidente, Antoni Brufau, contemplaba las aguas profundas de Brasil como una de sus prioridades. La española es la primera compañía privada en dominio minero exploratorio en aguas profundas en las cuencas de Santos, Campos y Espíritu Santo, con 23 bloques exploratorios.


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Posted on 15 abril 2008 in Economia & Carreiras | Permalink | Comments (0)

   março 06, 2008   


Newton Campos

Notícia publicada no dia 5 de Março de 2008 - Universia.net

Mauro Costa ya no vive en un apartamento de alquiler en la periferia de São Paulo. Él es uno de los 204.312 brasileños que, en los últimos 12 meses, hicieron realidad el sueño de adquirir su propia casa. La deuda adquirida para la financiación tendrá que amortizarse en los próximos 30 años, a una tasa de interés anual del 12%, pero aún así Mauro es inmensamente feliz. Hace poco más de tres años, antes de que el gobierno brasileño cambiara las normas de la financiación inmobiliaria, ni se hubiera imaginado sosteniendo en sus manos las llaves de su casa.

La historia de Mauro es un ejemplo de la nueva realidad que se está viviendo en el mercado inmobiliario brasileño desde mediados de 2005. Con la estabilidad y crecimiento de la economía, el mercado ha registrado índices de crecimiento desde 2001, según datos de Abecip (Asociación Brasileña de Entidades de Crédito Inmobiliario y Ahorro). Sin embargo, al mercado le faltaban las normas que flexibilizaran las condiciones de compra de inmuebles. Estos cambios fueron llevados a cabo por el gobierno en 2005. Desde entonces, la concesión de créditos en el sector se disparó. En 2004, según datos de Abecip, se concedieron 53.787 créditos hipotecarios en el país. En 2007, este número alcanzó los 195.900.

"Este cambio tuvo lugar en el ámbito de la garantía hipotecaria. En los casos de incumplimiento, el responsable de la financiación no recuperaba el valor adeudado. A partir de 2005, el gobierno permitió que las instituciones trabajaran con la alienación fiduciaria, según la cual el comprador del inmueble sólo será dueño del mismo cuando acabe de pagarlo. Aunque esa posibilidad crea una situación de alto riesgo para el prestatario, posibilita que quien oferte los recursos, tenga una motivación más" porque le permitirá recuperar el inmueble en caso de impago, explica el profesor del departamento de Economía de la UnB (Universidad de Brasilia), José Carlos Oliveira. "La reacción ya se ha hecho tan presente que el mercado necesita contar con mano de obra cualificada. El mercado está muy caliente".

Al tener mayor seguridad las entidades que conceden la financiación, el gobierno pudo, incluso, ampliar las opciones para la obtención de recursos. Según las normas del Banco Central brasileño, un 65% de todo el dinero captado en el ahorro debe ser destinado, en un 80%, a créditos habitacionales según las condiciones del SFH (Sistema de Financiamiento Habitacional, con topes en las tasas de interés de hasta un 12% y 13% para la adquisición y construcción de inmuebles, respectivamente) y el monto restante, las tasas de mercado, al financiamiento de inmuebles residenciales. “Estas medidas fueron diseñadas para destinar un presupuesto específico procedente de varias fuentes gubernamentales y engloban la ampliación del crédito para la financiación de vivienda y la reducción del Impuesto de Productos Industrializados para un amplio conjunto de materiales de construcción”, añade Anita Kon, profesora de la PUC-SP (Universidad Católica Pontificia de São Paulo).

Por otro lado, señala Kon, “el sector financiero privado también implementó medidas para incentivar el aumento de la financiación inmobiliaria. Aumentaron los plazos de financiación y se flexibilizaron las normas para comprobar la renta del prestatario”. Actualmente, con las condiciones de cobro más estables, las instituciones financieras redujeron el nivel de exigencia en lo que concierne a la comprobación de renta. Incluso los trabajadores autónomos y los pequeños empresarios consiguen obtener financiación según las condiciones ofrecidas por el SFH (recursos subsidiados por el gobierno).

A pesar de este escenario de aceleración, sobre todo del mercado de la vivienda, Kon cree que el fenómeno todavía no se puede definir como un boom. Mucho más optimista sobre la evolución de este mercado es Antonio Montes, profesor del IE Business School (Instituto de Empresa), en España. En su opinión, el desarrollo del país ha propiciado el desplazamiento de los habitantes del campo a las grandes ciudades en busca de oportunidades, aumentando la demanda de viviendas en grandes centros urbanos. “Los brasileños sin vivienda están pensando en comprar en lugar de alquilar, antes no podían hacerlo porque no tenían acceso al crédito. Se ha producido una democratización en el mercado inmobiliario”, señala.

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Posted on 6 março 2008 in Economia & Carreiras | Permalink | Comments (0)

   março 01, 2008   


Newton Campos

Um aluno me enviou esta matéria que saiu no Jornal Valor Econômico ontem. Também achei muito interessante e pertinente porisso a comparto aqui com vocês.

O fim do simples emprego
Por Edson Pinto de Almeida, para o Valor, de São Paulo
29/02/2008

Em qual dessas categorias você define o que é o trabalho para sua vida: um dever, um mal necessário ou um projeto de vida? Se você ficou em dúvida, o melhor é cravar as três alternativas e relaxar. Essa é uma discussão que vem se arrastando ao longo do século XX e parece que vai percorrer ainda boa parte dos próximos anos. Não que seja algo novo. Filósofos da Antiga Grécia, como Aristóteles e Platão, já tinham lá suas idéias sobre o trabalho. O tema vem percorrendo séculos - passando por Adam Smith, Karl Marx, Lutero, Max Weber, Tomás de Aquino - e ainda ocupa a mente dos pensadores modernos. Hoje em dia nas escolas de administração se fala em carreira, não mais em trabalho. Esse é um dos sinais de mudança dos tempos pós-modernos.

A principal razão pela qual se estuda tanto o tema é porque o trabalho vem perdendo a sua importância como fator de identidade pessoal. Em outras palavras, o trabalho está deixando de ser o principal elemento que define o papel do indivíduo na sociedade. Consumo, lazer, relacionamentos afetivos, cuidados com o corpo compõem parte desse novo repertório que amplia o conceito do "trabalho, logo existo". Carreira é algo que não combina com carteira de trabalho. Emprego hoje, para as camadas mais escolarizadas, é ter um projeto. Trabalha-se por prazer em algo que seja desafiador.

As razões históricas e as conseqüências dessa mudança fazem parte da minuciosa pesquisa que Pedro Fernando Bendassolli, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), realizou e que consta no livro "Trabalho e Identidade em Tempos Sombrios". "No século XX o trabalho parece ter se tornado um problema", afirma. "Basta ver a pauta do debate político em torno do tema, que envolve: redução da carga de trabalho, distribuição de renda, políticas de inserção e integração social e desemprego em massa", diz.

O que está por trás do sentimento relacionado à insatisfação é o clima de incerteza e de ambigüidade que hoje predomina nas organizações. A avaliação é de Bendassolli. Esse ambiente afeta sobretudo os profissionais com responsabilidade pela gestão da empresa, para quem sobra o desafio de lidar com um quadro de pressões conflitantes.

"É necessário atrair e manter talentos, embora os vínculos se enfraqueçam. É preciso manter um senso de identidade organizacional e, ao mesmo tempo, promover mudanças. É necessário atuar globalmente e também ser sensível às necessidades locais. É preciso gerar valor para os acionistas e, ao mesmo tempo, atender às demandas sociais", descreve outro professor da FGV-SP, Thomaz Wood Jr., também autor de livro sobre o assunto: "Cuidado, Trabalho". Para ele, o trabalho está no centro dessas ambigüidades e contradições. A saída, afirma o pesquisador, é conhecer melhor como funcionam as organizações para ter uma vida corporativa mais saudável.

Não é preciso voltar muito no tempo para identificar a raiz desse processo de mudanças. Há pouco mais de um década, os escritórios não eram muito diferentes daquilo que se via no passado. O aparelho de fax era o principal sinal de modernidade. A era da tecnologia da produtividade veio com as redes de computadores, blackberrys, notebooks, celulares e outros apetrechos que elevaram a capacidade de trabalho de cada funcionário. Menos pessoas passaram a fazer mais trabalho. A estabilidade na economia, por sua vez, obrigou as empresas a viverem mais do resultado operacional do que dos ganhos financeiros. "Esse é um marco de mudança nos processos de gestão de pessoas", diz o consultor e professor da Fundação Dom Cabral, Pedro Mandelli. "A empresa deixou de ser instituição e passou a ser um negócio. Passou a valer o relatório de custo, a necessidade de ser mais competitivo."

Tal transformação exige uma organização mais ágil e enxuta. "O impacto na qualidade de vida nas empresas foi grande", aponta Mandelli. Como muitas das atividades que a empresa fazia não agregavam valor aos clientes, surgiu a terceirização e com ela o discurso da empregabilidade. "Passou-se a exigir um conjunto de competências e habilidades do funcionário, sem as quais ele se tornava dispensável para a organização", comenta o consultor. A empresa passou a correr atrás de quem é bom. Os profissionais começaram a ter medo e correr em busca de cursos de formação.

Com tamanha pressão, o trabalho tanto pode ser fonte de sofrimento como de prazer. A professora Estelle Morin, fundadora do Criteos (Centro de Pesquisa em Trabalho, Saúde e Eficácia Profissional), de Montreal, identificou os principais fatores que podem fazer do trabalho algo muito gratificante:

Continue reading 'O fim do simples emprego'


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Posted on 1 março 2008 in Economia & Carreiras | Permalink | Comments (1)

   janeiro 29, 2008   


Newton Campos

O IE organiza todos os anos sessões informativas em mais de 100 cidades pelo mundo. Eu sou responsável por organizar as sessões informativas que ocorrem no Brasil. Envio abaixo video-convite para as próximas sessões que ocorrerão por todo o país.

Sessão Informativa Porto Alegre
Segunda-feira, 18 de Fevereiro, às 19h
Hotel Sheraton - Rua Olavo Barreto Viana, 18 - Moinhos de Vento
Prova de Admissão Porto Alegre
Terça-feira, 19 de Fevereiro
Hotel Sheraton -19h

Sessão Informativa Salvador
Segunda-feira, 25 de Fevereiro, às 19h
Hotel Blue Tree Premium - Rua Monte Conselho, 505 - Rio Vermelho
Prova de Admissão Salvador
Terça-feira, 26 de Fevereiro
Hotel Blue Tree Premium - 19h

Sessão Informativa Curitiba
Segunda-feira, 03 de Março, às 19h
Hotel Four Points by Sheraton - Av. Sete de Setembro, 4.211 - Batel
Prova de Admissão Curitiba
Terça-feira, 04 de Março
Hotel Four Points by Sheraton - 19h

Sessão Informativa Fortaleza
Segunda-feira, 10 de Março, às 19h
Hotel Gran Marquise - Av. Beira Mar, 3.980 - Praia do Mucuripe
Prova de Admissão Fortaleza
Terça-feira, 11 de Março
Hotel Gran Marquise - 19h

Sessão Informativa Goiânia
Segunda-feira, 17 de Março, , às 19h
Hotel Castro's Park - Av. República do Líbano, 1.520 - Setor Oeste
Prova de Admissão Goiânia/Brasília
Quinta-feira, 27 de Março, às 19h
Hotel Meliá - SHS Quadra 6, Conj. A Bloco F, Asa Sul


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Posted on 29 janeiro 2008 in Videos | Permalink | Comments (0)

© IE Business School 2008